sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Enquanto o ano não acaba:

  1. Muito, mas MUITO sol
  2. Piscina
  3. Muitas risadas
  4. Irmãs
  5. Sobrinhas
  6. Minhas meninas todos os dias ao telefone, contando sobre sorvetes do Rochinha na praia
  7. Corrida
  8. iPod novo e amado prá correr, dormir, tomar sol...
  9. Um pouquinho de trabalho, natural na nova fase
  10. Cervejinha
  11. Brisa prá refrescar
  12. Amigos queridos ao telefone e logo por aqui
  13. A melhor lembrança - nada como um presente de Natal que vem com outro presente, naturalmente fantástico
  14. 2007!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Do Natal

Presente.
É bom ganhar. Mas dar é muito melhor.

Presente de criança. Desperta sorriso e beijo na bochecha.
Presente de amigo. Gera cumplicidade.
Presente de pai e mãe. Gratidão.
Presente de amor. Emociona, dá bobeira.
Sempre bom.

Sumi

Xi... faz uma semana que não faço um post. Este não vale, é só um pedido de desculpas. Final de ano é tão corrido... Ainda mais final de ano com notícia boa, fica mais corrido ainda! Quem sabe essa postadinha me inspira e logo volto para escrever mais. O vinho também pode ajudar...!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Argh! Orkut

Me irrita a forma como as pessoas resolveram se relacionar. Pra mim não servem as amizades e cantadinhas do Orkut. Acho um lixo... Só gente que não viveu de verdade se satisfaz com relacionamentos superficiais. Mas agora parece que é meio regra... E não estou falando só de namorinhos e afins, mas de amizade mesmo.

Hoje, depois de três baladas, muitos são amigos de infância. Como assim? Sem viagens? Sem sustos? Sem ataques intermináveis de riso? Sem cumplicidade? Lembro quando eu e a Van, amigas desde os 13 anos de idade, aos vinte e poucos íamos para Maresias todos os finais de semana. Trabalhávamos muito. Lembro uma vez que chegamos na praia estressadas, cansadas de São Paulo. A Van parou o carro ao lado da areia e nem falamos. Entramos no mar direto, de roupa e tudo. Eram quase 8 horas da noite. Mas a gente precisava daquilo e não precisamos falar para saber. Ela soube tudo do André. Eu vi toda a história dela com o Beto. Entramos na faculdade. A mãe dela morreu. Crescemos, pintamos o cabelo, bebemos todas, rimos loucamente. Vivíamos uma na casa da outra. Não cabia Orkut na nossa amizade. Não daria tempo.

O Orkut tira a magia dos encontros casuais. Se houvesse excesso de informação, eu jamais teria vivido a surpresa de encontrar o Zé em Cumbica no dia que perdi o vôo. Passamos umas férias incríveis em Fortaleza. Muitas noites finalizadas com sol. Música. O vento de lá. Era janeiro. Depois voltei para São Paulo e já fazia um ano que havíamos nos encontrado pela última vez. Ele morava em Fortaleza e eu sabia que ele iria para Israel, passar um ano, mas não tinha certeza do dia. Eu iria para Fortaleza naquela manhã, com uma amiga. Acordamos atrasadas e quando chegamos ao aeroporto não conseguimos pegar o avião. Mudamos nossas passagens para um vôo mais tarde e fomos andar pelo aeroporto. Quando estávamos entrando no McDonalds eu encontrei o Zé. Acho que dei um dos maiores sorrisos da minha vida! Mágico, muito mágico... Minha amiga me disse que o mundo, naquele momento, parou por alguns segundos. As pessoas ao redor entenderam. Aquele era um momento único. Olhando nos olhos dele eu desejei boa viagem e soube que ele havia deixado com um amigo em Fortaleza um presente para me receber: carta, livro, cd... Nada de scrap, carta escrita à mão. Livro que foi dele. Tinha um desenho também, mas esse o vento carregou.

Encontrei o Zé no Orkut. Mas o que a gente viveu naquela época foi incrivelmente mais forte do que um reencontro que, se dependesse só do acaso, talvez não acontecesse. A Van não, é uma história diferente. Ela eu tinha mesmo que reencontrar. Totalmente obra do acaso.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Síntese

Árvore de Natal na casa nova
Enfeite na porta
Bolinho no forno
Mais um ano
2007
Pra quem me conhece, não preciso dizer mais nada

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Aff!

Comecei a correr. Parei de fumar. Meu Sundisk quebrou. Não fico mais no terraço vendo as luzinhas da cidade. Tô perdendo calorias e a inspiração...

Entrevista com uma candidata a babá:
- "A senhora me desculpe, mas eu pretendo ganhar 1.800,00"

Tava na delegacia fazendo BO por causa da batida do carro. Já de saída, um policial me pergunta: - "Vai passar na Panamericana?" Respondo: -"Vou sim". Ele ordena: -"Então vai dar carona para ele". Concordei né... Ordem da polícia. No meio da carona eu pergunto para aquele que imaginei ser um policial à paisana. -"Você é policial?". Resposta: - "Não, eu estava lá fazendo um BO". ... ... ... Só a polícia mesmo para achar seguro enfiar um estranho no carro de uma mulher em São Paulo.

Chove... Adoro dormir com chuva..."Que a chuva caia como uma luva, um dilúvio, um delírio. Que a chuva traga alívio imediato". Depois do show da Plebe Rude, em pleno dezembro de 2007, só falta ver Engenheiros!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Não me sinto mais...

Boba, quando eu uso óculos

Estranha, quando eu prendo o cabelo

Sem ar, quando eu durmo

The hero in my sky

Meu pai ta fazendo um blog. Falei que deveria se chamar My way

And now, the end is near
And so I face the final curtain
My friend, I'll say it clear
I'll state my case, of which I'm certain.
I've lived a life that's full.
I've traveled each and ev'ry highway
But more, much more than this
I did it my way
Regrets, I've had a few
But then again, too few to mention
I did what I had to do
And saw it through without exemption
I planned each charted course
Each careful step along the byway
But more, much more than this
I did it my way
Yes, there were times
I'm sure you knew
When I bit off more than I could chew
But through it all, when there was doubt
I ate it up and spit it out
I faced it all and I stood tall
And did it my way
I've loved
I've laughed and cried
I've had my fill, my share of losing
And now, as tears subside
I find it all so amusing
To think I did all that
And may I say - not in a shy way
"No, oh no not me, I did it my way"
For what is a man, what has he got?
If not himself, then he has naught
To say the things he truly feels
And not the words of one who kneels
The record shows
I took the blows
And did it my way!

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Mundo Infantil

Má:

- "Mãe, acho que vou arrumar um empreguinho que me pague uns 10 mil dólares por dia"

domingo, 2 de dezembro de 2007

Mundo Infantil

Lua (3 anos): -"Mãe, esse milho tá tão bom. Tá com gosto de Inglaterra!"

Lua e Má, enquanto assistíamos uma molecada andar de skate:
Má (7 anos): - "Mãe, me dá um skate, quero fazer isso aí"
Má: -"Aquela de rosa é boa"
Lua: - "Aquele de preto não é muito bom... Ah, não é que eles não são bons, é que eles erram"

Eu: - "Nossa, o dia de hoje foi maravilhoso"
Má: -"Mãe, você foi o mais legal"
Nem preciso comentar...

Julia (3 anos, minha sobrinha)
Chegou perto da mãe segurando uma fita roxa, com um nó bem apertado no meio, e falou:
- "Mãe, tira o nó da fita". A mãe tentou, tentou... mas não conseguiu.
Juju pediu o mesmo para o pai. Ele também não conseguiu.
Ela sumiu por alguns minutos e depois voltou orgulhosa, com uma tesoura, o nozinho na mão e dois pedaços da fita.
- "Pronto, tirei!"

Jones

Algumas coisas não devem ser ditas
Outras precisam ser evitadas

Shhhhh... mantenha o silêncio

Cuidado com o que parece ser
Não tente interpretar
Você dificilmente chegará lá

Suas distorções
Seus caminhos
Sua ausência de escolhas
Travestida de leveza

O vento, meu caro, é meu